Comprar casa no Norte custa agora 368 mil euros, com Viseu e Aveiro a liderarem subidas
O preço médio das casas no Norte de Portugal fixou-se em 368.000 euros em agosto de 2025, 14% acima do valor registado em igual período de 2024.
O preço médio das casas no Norte de Portugal fixou-se em 368.000 euros em agosto de 2025, mais 1% do que no mês anterior e 14% acima do valor registado em igual período de 2024. Os dados constam do mais recente barómetro do portal imobiliário Imovirtual.
Entre os distritos da região, Viseu e Aveiro foram os que mais se destacaram. Viseu registou uma valorização mensal de 3% e anual de 26%, atingindo os 220.000 euros. Já Aveiro subiu 3% em relação a julho e 21% em termos homólogos, alcançando os 387.500 euros.
No Porto, o distrito mais caro do Norte, o preço médio atingiu os 425.000 euros (+2% face a julho; +13% face a 2024). Braga registou 348.000 euros (+16% face a 2024) e Viana do Castelo subiu para 280.000 euros (+9% face a 2024). Bragança recuperou ligeiramente (+3%), fixando-se em 100.000 euros, embora ainda apresente uma descida anual de 17%. Vila Real e Guarda mantiveram-se estáveis, em 185.000 e 100.000 euros, respetivamente.
No arrendamento, o valor médio das rendas no Norte subiu para 820 euros, mais 3% do que em julho e 7% acima do verificado há um ano. O Porto lidera como o distrito mais caro, com uma média de 1.150 euros. Viseu destacou-se com uma subida de 8% em agosto, fixando-se nos 700 euros, enquanto Aveiro cresceu 3% no mês e 9% no ano, para 925 euros.
A Guarda registou uma das maiores valorizações, com rendas a chegarem aos 537,50 euros (+34% comparativamente a 2024). Em Braga, a média foi de 900 euros. Viana do Castelo (800€) e Vila Real (590€) mantiveram valores estáveis, enquanto Bragança caiu 3% no mês, para 555 euros, mas ainda acumula uma subida anual de 32%.
Em Análise comparativa, o Norte está em valorização contínua.
Segundo o Imovirtual, o mercado imobiliário do Norte mantém-se em valorização contínua, tanto na compra como no arrendamento. Viseu e Aveiro lideram as subidas, enquanto o Porto continua a destacar-se como o distrito mais caro. Já os territórios do interior, como Bragança e Guarda, permanecem mais acessíveis, ainda que sujeitos a fortes oscilações no arrendamento.
Autor: Jornal da Mealhada
