Os soberbos…
Vivemos numa era marcada pela busca incessante por afirmação. Seja nas redes sociais, nas conversas entre amigos, ou nos ambientes profissionais.
Vivemos numa era marcada pela busca incessante por afirmação. Seja nas redes sociais, nas conversas entre amigos, ou nos ambientes profissionais. Todos querem ser vistos, reconhecidos, admirados! Esta aspiração não é, em si, negativa. O ser humano precisa de reconhecimento e de autoestima para se desenvolver e realizar equilibradamente. No entanto, quando o desejo de valorização ultrapassa o limite saudável e passa a transformar-se numa atitude e sentimento de superioridade, estamos diante de um velho e perigoso inimigo: a soberba.A soberba, muitas vezes, não se apresenta de forma explícita. Ela é, na maioria das vezes, silenciosa e sedutora. Subtilmente, convence-nos de que sabemos mais, que somos melhores, que não precisamos de ouvir, de mudar ou de aprender. O soberbo não grita, ele insinua. Não duvida, ele afirma com arrogância. Não dialoga, ele impõe.Na história da humanidade, grandes tragédias pessoais e coletivas foram causadas por esta postura inflada do «ego». Líderes que não ouviram conselhos, nações que se julgaram invencíveis, relacionamentos que se desfizeram por orgulho. A soberba constrói muros onde deveria haver pontes, cria disputas onde poderia haver colaboração, e transforma os corações em fortalezas inacessíveis.A doutrina cristã reconhece a soberba como um dos sete pecados capitais. E não é por acaso. A soberba é o solo fértil onde nascem outros vícios: a inveja, a ira, a vaidade, o desprezo pelo próximo. É o pecado dos fariseus que, cheios de justiça própria, não reconheceram a Jesus Cristo, o Salvador humilde.No...
Vivemos numa era marcada pela busca incessante por afirmação. Seja nas redes sociais, nas conversas entre amigos, ou nos ambientes profissionais. Todos querem ser vistos, reconhecidos, admirados! Esta aspiração não é, em si, negativa. O ser humano precisa de reconhecimento e de autoestima para se desenvolver e realizar equilibradamente. No entanto, quando o desejo de valorização ultrapassa o limite saudável e passa a transformar-se numa atitude e sentimento de superioridade, estamos diante de um velho e perigoso inimigo: a soberba.A soberba, muitas vezes, não se apresenta de forma explícita. Ela é, na maioria das vezes, silenciosa e sedutora. Subtilmente, convence-nos de que sabemos mais, que somos melhores, que não precisamos de ouvir, de mudar ou de aprender. O soberbo não grita, ele insinua. Não duvida, ele afirma com arrogância. Não dialoga, ele impõe.Na história da...
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Autor: Jornal da Mealhada
