Carnaval da Bairrada fecha contas com saldo positivo de 12 mil euros
A Associação do Carnaval da Bairrada (ACB) reuniu-se em Assembleia Geral no passado dia 25 de junho
A Associação do Carnaval da Bairrada (ACB) reuniu-se em Assembleia Geral no passado dia 25 de junho, na Escola Profissional Vasconcellos Lebre, para discutir diversos pontos da ordem de trabalhos, incluindo a apresentação e aprovação dos relatórios de contas e de atividades relativos ao exercício económico de 2024/2025, abrangendo o período de 26 de dezembro de 2024 até 31 de maio de 2025.
O relatório de contas foi aprovado por maioria, registando apenas uma abstenção, da vice-presidente da ACB, Mafalda Novais. Durante a reunião, a dirigente questionou aspetos relacionados com folhas de caixa, fechos dos terminais de pagamento automático (TPA) e ainda algumas atividades levadas a cabo pelo explorador da Tenda do Carnaval, que, segundo referiu, terão ocorrido sem a devida consulta à Associação, apesar desta ser a entidade responsável pelo espaço.
O saldo final apresentado foi de 12.511,57 euros, englobando receitas e despesas do Carnaval Trapalhão, Carnaval de Palmo e Meio e dos três corsos principais realizados nas ruas da Mealhada. A bilheteira dos corsos gerou um total de 110.216 euros, sendo o dia mais lucrativo a terça-feira de Carnaval, com receitas na ordem dos 42.901 euros.
Quanto ao plano de atividades para o próximo exercício (2025/2026), a direção anunciou a realização do Festival de Samba para os próximos dias 12 e 13 de setembro. Foi ainda manifestada a intenção de organizar o Carnaval de 2026.
Devido à situação atípica vivida no último ano, a atual liderança assumiu funções com o objetivo principal de assegurar a realização do Carnaval de 2025. Durante a assembleia, o presidente da direção, Vítor Ferreira, revelou que alguns membros dos órgãos sociais demonstraram vontade de abandonar funções e sugeriu, por isso, a realização de eleições antecipadas.
A proposta foi, no entanto, contestada por João Paulo Veiga, presidente da mesa da Assembleia Geral, que frisou não ter recebido qualquer pedido formal de demissão. Sem esse procedimento, defendeu, não existem motivos estatutários para convocar eleições.
Autor: Jornal da Mealhada
